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Qual é a taxa de juros de financiamento imobiliário?

Mais M2 por Mais M2 em 20 de maio de 2019
Qual é a taxa de juros de financiamento imobiliário?
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Deixar o aluguel para trás e investir na própria casa é o sonho de muitos brasileiros, muito provavelmente, também é o seu sonho. E para fazer com que vire realidade, existem muitas formas e estratégias. Para aqueles que não têm o montante para adquirir um imóvel à vista, o caminho é buscar um financiamento. Junto com a busca por um financiamento, vem aquela pergunta: “qual é a taxa de juros de financiamento imobiliário?”, além de muitas outras dúvidas que podem aparecer no decorrer do processo. Este artigo é para ajudar a acabar com todas elas e facilitar sua vida no momento da escolha.

O financiamento de imóveis é bem parecido com os outros financiamentos. O processo funciona assim: quando é aprovado, a instituição financeira faz o pagamento ao proprietário do imóvel, que pode ser total ou parcial. Depois, o comprador paga as parcelas ao banco pelo período estabelecido. A partir do momento em que o financiamento imobiliário é aprovado, o comprador já é o dono do imóvel e pode usá-lo. A única limitação é que é proibida a negociação com terceiros.

Quais são as opções de financiamentos imobiliários disponíveis no mercado?

Minha Casa Minha Vida

Uma das opções mais utilizadas pelas pessoas é o financiamento Minha Casa Minha Vida. Para quem tem renda familiar mensal de até R$ 4.650,00, é uma excelente opção. Porém, existem vários critérios que precisam ser atendidos, como por exemplo: o comprador não pode ter outro imóvel ou financiamento de imóvel no seu nome, a cidade deve ter mais de 100.000 habitantes, ou excepcionalmente mais de 50.000 habitantes em cidades com muitas pessoas sem moradia própria.

Financiamento com bancos

Para aqueles que não se enquadram em algum dos critérios do programa Minha Casa Minha Vida, é possível utilizar uma das linhas de crédito imobiliário dos bancos, que é a opção de financiamento mais utilizada atualmente. As taxas de juros podem variar bastante dependendo da avaliação do banco em relação aos seus dados. Mas para se ter uma ideia, no financiamento da Caixa Econômica Federal os juros vão de 7,85% para clientes que fizerem o débito em conta e 8,75% ao ano para as demais pessoas.

Para utilização do FGTS é preciso atender a alguns critérios, como comprovar 36 meses trabalhando sobre o regime de FGTS ou possuir saldo em conta no valor de, no mínimo, 10% do valor total do bem a ser financiado.

Além desses critérios, o interessado no financiamento não pode ser proprietário de imóvel na cidade ou região metropolitana onde mora ou trabalha, assim como também não pode possuir financiamento no sistema financeiro de habitação em qualquer outro lugar do Brasil. O crédito pode ser pago em até 30 anos, com valor máximo de R$ 950.000,00 nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e de R$ 800.00,00 nos demais.

Consórcio

Para quem não tem pressa para comprar um imóvel, um consórcio pode ser uma boa opção, apesar das taxas serem bem maiores. A taxa é fixa e gira em torno de 25% a 30%, calculada a partir do valor total da compra, independentemente do número de parcelas. O único problema é que você não sabe quando será contemplado, e pode ser sorteado somente no final do plano. É importante se atentar à duração dos planos e ao valor total pago das parcelas em comparação com o valor do bem para não fazer um mau negócio.

Financiamento direto com a construtora

Para quem quer comprar um imóvel que supera o valor de R$ 500.000,00 e pretende pagar as prestações em um curto período de tempo, o financiamento direto com a construtora pode ser uma excelente opção. Nesse caso, é preciso escolher imóveis de construtoras que ofereçam essa condição de pagamento.

A maior vantagem deste tipo de negociação é que a entrada é menor do que a exigida pela maioria das instituições financeiras e, caso existam imprevistos, é mais fácil fazer uma renegociação. O revés dessa escolha é a cobrança de juros, que chega a até 12% ao ano mais o IGPM (Índice Geral de Preços-Mercado), isso leva a um aumento no preço final.

Tabela PRICE e SAC

Ao fazer o financiamento de um imóvel, você vai encontrar muitas vezes estes termos. O que diferencia uma tabela da outra é a sua situação financeira, o desejo de pagar mais ou menos juros e a sua capacidade de pagar mais no início do financiamento ou pagar igualmente ao longo do tempo. Assim, é preciso definir a melhor opção a partir da sua situação financeira.

Na Tabela SAC, a prestação é mais alta no início e vai diminuindo com o tempo. Em financiamentos longos, muitas pessoas preferem comprometer uma parte maior da renda no começo do negócio e pagar menos nas prestações finais.

Já na tabela PRICE, as prestações são constantes ao longo do tempo e você irá pagar todas as prestações com valores iguais durante todo o tempo do financiamento.

Dúvidas em relação às opções de taxa de juros de financiamento imobiliário?

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